sexta-feira, 6 de julho de 2012

Natal RN Brasil - Video I

Natal nasceu as margens do rio Potengi Forte dos Reis Magos nordeste do Brasil numa região chamada "esquina do continente" Cidade do Sol Noiva do Sol Brasil Capital Espacial do Brasil base de foguetes da América do Sul, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno Parnamirim.

NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)

BANDEIRA DE NATAL
BRASÃO DE NATAL

NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)

Natal é um município brasileiro, capital do estado do Rio Grande do Norte, pertencente à Região Metropolitana de Natal, à microrregião de Natal, à mesorregião do Leste Potiguar e ao Polo Costa das Dunas. A cidade nasceu às margens do rio Potengi e do Forte dos Reis Magos, no extremo-nordeste do Brasil, numa região chamada "esquina do continente", distante 2.507 quilômetros de Brasília. É conhecida como a "Cidade do Sol" por ser uma das localidades com o maior número de dias de sol no Brasil, chegando a aproximadamente trezentos. Também a chamam de "Capital Espacial do Brasil" devido às operações da primeira base de foguetes da América do Sul, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno no município limítrofe de Parnamirim. A capital potiguar é a capital com melhor qualidade de vida do Norte-Nordeste, é a vigésima cidade mais populosa do país, detendo em 2010 uma população de 810.780 habitantes, além de ser a sede da quarta maior Região Metropolitana do Nordeste brasileiro, 15ª maior do país e 369ª maior do mundo.[13] Deve-se observar que há áreas conurbadas à cidade, porém pertencentes aos municípios vizinhos, como Nova Parnamirim, com aproximadamente 100 mil habitantes, que é uma extensão da zona sul da cidade, dentro do município vizinho de Parnamirim, e outras áreas do aglomerado urbano da metrópole. Atrai aproximadamente 2,5 milhões de turistas ao ano por contar com muitas praias, belezas naturais e também por sediar a maior micareta do país, o Carnatal, o que faz com que a cidade se configure como a oitava cidade mais visitada por turistas do Brasil (dado de 2005 e a mais visitada por portugueses. O município foi eleito pela Aviesp (Associação das Agências de Viagens Independentes do Estado de São Paulo) como o melhor destino turístico do Brasil em 2007, e também é uma das cidades com o maior número de leitos turísticos do Brasil, sendo aproximadamente 28 mil. Historicamente, a cidade teve grande importância durante a Segunda Guerra Mundial em 1942 durante a Operação Tocha, já que os aviões da base aliada americana se abasteciam com combustível no lugar que hoje é o Aeroporto Internacional Augusto Severo, sendo classificada como "um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo" pelo Departamento de Guerra dos EUA, junto com Suez, Gibraltar e Bósforo. Natal é a segunda menor capital do país em área territorial e, por isso, possui uma das mais altas densidades demográficas do país. É o trigésimo-sexto maior PIB municipal da nação, sendo que sua economia não se resume só no turismo, mas também no comércio, indústria e construção civil, tanto que foi eleita a quarta melhor cidade do Nordeste para se trabalhar e a capital do Nordeste em que se paga melhor a um trabalhador em um emprego formal no Nordeste do Brasil, tendo também o quinto maior poder de compra por parte da população no Brasil. É terra do folclorista Luís da Câmara Cascudo e do poeta Ferreira Itajubá, possuindo monumentos históricos como o Teatro Alberto Maranhão e a Coluna Capitolina Del Pretti, ambos no Centro Histórico de Natal, além de outras atrações como a Ponte Newton Navarro, o maior cajueiro do mundo, o Parque da Cidade, o Parque das Dunas e praias como Ponta Negra, Genipabu e Pipa. A capital está situada numa espécie de triângulo natural com um vértice para o norte, que é banhado de um lado pelo Rio Potengi e de outro pelo Oceano Atlântico, recebendo ventos constantes, condição que lhe concedeu o título, segundo a NASA, de cidade detentora do ar mais puro e renovável do continente sul-americano. Está localizada no litoral do estado, numa região essencialmente cercada de dunas, com uma altitude média de trinta e três metros acima do nível do mar. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Do alto, da esquerda para a direita: Fortaleza dos Reis Magos, foto noturna do Bairro Tirol, Ponte Newton Navarro, Teatro Alberto Maranhão, Estádio João Machado (Machadão), Catedral Metropolitana de Natal e vista do Morro do Careca e Praia de Ponta Negra.

NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)

ETIMOLOGIA / Fundada em um dia de Natal, em 25 de dezembro de 1599, o nome do município tem origem no latim natale e, segundo escritores, tem ligação direta com a data de fundação da cidade. Há duas teses para o fundador da capital: a primeira diz que o sítio primitivo da cidade foi demarcado por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599, e a outra é que um capitão chamado Manuel de Mascarenhas chegou ao local com a missão de construir um forte e uma cidade para assim fortalecer a posição de Portugal e afastar qualquer possibilidade de invasão.[carece de fontes] Deve ser ressaltado que nos sites e documentos oficiais, bem como na constituição do estado, a cidade é referida com o artigo masculino: "A cidade do Natal é a Capital do Estado" Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)

HISTÓRIA / A história da Capitania do Rio Grande do Norte teve início a partir de 1535 com a chegada de uma frota comandada por Aires da Cunha, a serviço do donatário João de Barros e do Rei de Portugal, que tinha o objetivo de colonizar as terras da região. A tentativa de colonização, porém, era impedida pela forte resistência dos índios Potiguares e de piratas franceses traficantes de pau-brasil. Estava iniciada a trajetória histórica da área situada na esquina da América do Sul.[carece de fontes] No dia 25 de dezembro de 1597, sessenta e dois anos após a frustrada tentativa de Aires da Cunha, uma esquadra comandada pelo Almirante Antônio da Costa Valente e integrada por Francisco de Barros Rego, Manuel Mascarenhas Homem, Jerônimo de Albuquerque e Santiago (O Grande), entrava na barra do Rio Potengi. A primeira providência adotada pelos expedicionários foi tomar precauções contra os ataques indígenas e dos corsários franceses. Doze dias depois da chegada, no dia 6 de janeiro de 1598, começaram a construção de um forte sobre os arrecifes situados nas redondezas da chamada Boca da Barra. A edificação foi chamada de Fortaleza da Barra do Rio Grande e é conhecida popularmente como Forte dos Reis Magos ou Fortaleza dos Reis Magos, por ter sido iniciada no dia consagrado aos Santos Reis.[carece de fontes] O forte foi concluído no dia 24 de junho do mesmo ano e, nas circunvizinhanças, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de "Cidade dos Reis". Tempos depois, o povoado mudou de nome passando a se chamar "Cidade do Natal". Para alguns escritores, o nome Natal é explicado em duas versões: a primeira refere-se ao dia em que a esquadra penetrou na barra do Potengi; a segunda tem ligação direta com a data da demarcação do sítio primitivo da cidade, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599.[carece de fontes] Com a presença neerlandesa na região, a vida da cidade começou a evoluir. A fortaleza, que antes era de taipa, passou a ser de alvenaria e a se chamar Forte de Kenlen. Natal, então, virou Nova Amsterdã no período de 1633 a 1654.[carece de fontes] Seu crescimento foi acentuadamente lento nos primeiros séculos de sua existência. Segundo o historiador Câmara Cascudo, em 31 de dezembro de 1805 Natal tinha apenas 6.393 habitantes. Porém, no último ano do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16.000 pessoas. Começou a se desenvolver em ritmo mais acelerado, porém, somente a partir de 1922. As primeiras atividades urbanas tiveram início no bairro da Ribeira, situado na parte baixa da cidade, próximo à foz do Rio Potengi. Posteriormente, expandiu-se em direção ao Centro, atual bairro da Cidade Alta. Na década de quarenta, a deficiente estrutura física da cidade provocou o adensamento das áreas urbanizadas, sobrecarregando-as de novos logradouros, notadamente no bairro do Alecrim. Pela sua privilegiada posição geográfica, localizada no litoral nordestino, na chamada esquina do continente ou esquina do Atlântico, a cidade foi favorecida pelo advento da Segunda Guerra Mundial. A cidade cresceu e evoluiu com a presença de contingentes militares brasileiros e aliados (particularmente norte-americanos), consumando-se o seu progresso com a construção das bases aérea e naval, local de onde as tropas partiam para o patrulhamento e para a batalha na defesa do Atlântico Sul, e na realização das campanhas militares no norte da África, fatos esses que valeram para a região o apelido de "Trampolim da Vitória". Os americanos mudaram profundamente o modo de vida em Natal; além de trazer novos produtos (Natal foi a primeira cidade brasileira a conhecer o chiclete[28] e a coca-cola, sua visão democrática e de liberdades teve influências visíveis até hoje no modo de vida de Natal. Depois disso, a cidade não parou de crescer e, no ano 1999, aniversário de 400 anos da cidade, Natal já estava com 700 mil habitantes. Hoje em dia a cidade transita por um processo para, talvez, tornar-se a próxima metrópole brasileira. Das capitais do Nordeste é a cidade em que residem mais estrangeiros e, no Brasil, perde apenas para São Paulo, Rio de Janeiro e Balneário Camboriú (Santa Catarina), com predomínio dos italianos, portugueses, espanhóis e chilenos. É também muito procurada por estudantes africanos (geralmente de Angola, Guiné-Bissau ou Moçambique) e originários de países europeus (principalmente dos países escandinavos, especialmente da Islândia, Suécia e Noruega) para intercâmbio cultural[carece de fontes]. Atualmente é uma cidade moderna, que apresenta os melhores índices socioeconômicos do Nordeste, uma das menores desigualdades sociais do país e uma economia moderna e dinâmica. Devido a todos esses fatores, seus habitantes usufruem de uma ótima qualidade de vida, em uma das capitais que mais se desenvolvem hoje no Brasil. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)

GEOGRAFIA / Natal é a capital do décimo sexto estado mais populoso do Brasil, Rio Grande do Norte, localizado na Mesorregião do Leste Potiguar, Mesorregião do Leste Potiguar e Região Metropolitana de Natal, a uma latitude 05º 47' 42" S, longitude 35º 12' 34" W, a uma altitude média de 30 metros, a uma distância média de 2 507 quilômetros da capital federal. Sua área total é de 170,298 km², dos quais 108,5832 são de perímetro urbano, sendo a maior área urbana do estado e a vigésima terceira do Brasil. Essa área total do município representa 0,3226% da área do estado do Rio Grande do Norte, 0,011% da Região Nordeste do Brasil e 0,002 % de todo o território do Brasil. Seus municípios limítrofes são Extremoz a norte, Parnamirim a sul, São Gonçalo do Amarante Macaíba a oeste, além do Oceano Atlântico a leste. Região metropolitana / O intenso processo de conurbação atualmente em curso na chamada Grande Natal vem criando uma metrópole cujo centro está em Natal e atinge outros nove municípios do estado. A Região Metropolitana de Natal (RMN) foi criada no ano de 1997 e atualmente é constituída por 10 municípios, sendo a décima quinta maior aglomeração urbana do Brasil, com 1 350 840 habitantes.[32] Seu Produto Interno Bruto (PIB) somava em 2008 cerca de 12 665 085,735 mil reais, dos quais mais de dois terços pertenciam ao município de Natal. Relevo e hidrografia / Por se localizar no litoral, Natal está localizada a menos de cem metros de altitude. No município há o Morro do Careca, importante cartão-postal da cidade, localizada na praia de Ponta Negra, formada por vegetação e dunas, ajudando a proteger contra as erosões e a tornar o clima da região menor.[34] Além desse morro, Natal conta com a Pedra do Rosário, composta por uma coluna que ergue a imagem e está localizada numa espécie de dique que desce e fica localizado à margem do Rio Potenji. Nela, está localizada a imagem de Nossa Senhora da Apresentação, a padroeira da cidade. O relevo é formado por planícies litorâneas, com depressões e planaltos. Possui dunas por todo o território e com as mais variadas alturas. Grande parcela dessas dunas estão concentradas no mais novo parque de Natal, o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte. Quanto à rede hidrográfica, Natal é cortada por dois importantes rios do estado do Rio Grande do Norte: o Rio Potenji e o Rio Pitimbu. O Rio Potenji é um rio cuja nascente está localizada no município de Cerro Corá, no interior do estado, percorrendo 176 quilômetros até chegar a sua foz no município de Natal, onde desemboca no Oceano Atlântico. Esse rio marca a divisão entre a região norte e o restante da cidade, tendo seu acesso via Ponte de Igapó e mais recentemente pela imponente Ponte Newton Navarro.[37] Além do Rio Ponteji, há o Rio Pitimbu, que nasce no município de Macaíba, corta o bairro natalense Pitimbu (daí seu nome) e deságua na Lagoa do Jiqui, no município de Parnamirim.[38] Outro rio é o Rio Jundiaí, que nasce no município de Sítio Novo, desaguando no Rio Potenji.[39] Outros rios importantes são o Guariju e o Jaguaribe. O município de Natal está localizado dentro de um conjunto de quatro bacias hidrográficas. A primeira é a Bacia Hidrográfica do Rio Ponteji, que é a mais predominante no município (31,19%), seguida pela faixa litorânea oriental de escoamento difuso (30,9%), bacia hidrográfica do Rio Doce (23,43%) e bacia do rio Pirangi (15,3%) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mapa da Região Metropolitana de Natal, com Natal em vermelho, seus municípios limítrofes em azul e os demais municípios da região em verde.
Vista do Morro do Careca.
Vista panorâmica e parcial da cidade, do lado direito, percebe-se o encontro do Rio Potengi com o oceano e também a Praia do Meio. Imagem histórica antes da conclusão da construção da Ponte Newton Navarro (também conhecida como Ponte Forte-Redinha), que liga a Praia do Forte à Praia da Redinha. Pode-se observar a construção da ponte à esquerda, próximo ao rio.

NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)

CLIMA / O clima de Natal é o tropical úmido, com temperatura média em torno de 28 °C. Por estar localizada a menos de cem metros de altitude, o município recebe ventos constantes. Devido ao ar puro predominante no município, Natal recebeu o título de Cidade do Sol, pelo fato de estar localizada próxima à Linha do Equador e de, em alguns dias do ano, o tempo ensolorado chegar a até quinze horas diárias. Apesar dos constantes ventos que a cidade costuma receber, há um intenso calor provocado pela ação do Sol. Devido à qualidade do ar de Natal, um estudo feita pela NASA concluiu que o ar natalense é o mais puro de todo o continente americano. A menor temperatura já registrada no município ocorreu em 28 de junho de 1959, quando foram registrados 14,8°C. Enquanto isso, a temperatura máxima já registrada foi de 34,6°C, em 8 de janeiro de 1989. Enquanto na estação do verão as médias de temperatura em Natal chegam a 31°C, no inverno essa média é de 28°C. O mês que registra as maiores médias de temperatura é fevereiro, quando a média é 27,4°C, sendo 23,5°C a média de temperatura mínima e 31,3°C a média de temperatura máxima. Já o mês de julho apresenta as menores médias de temperaturas, sendo, portanto, o mês mais frio do ano. Nesse mês, a média é de 24,45°C, sendo 20,3°C e 28,6°C as temperaturas máxima e mínima, respectivamente. Durante esse período frio o município costuma receber as madrugadas mais frias do ano, como ocorreu em 28 de julho de 2011, quando foi registrada a menor temperatura de 2011. Em relação à precipitação, a média de quantidade de chuva registrada é de 1551,7 mm, sendo o mês de maio registra a maior pluviosidade (264.1 mm), enquanto novembro registra a menor (15,5 mm). Em 2007, a precipitação pluviométrica anual observada foi de 1754,4 milímetros, dos quais 1583,5 eram de precipitação normal e outros 170,9 desviados. A umidade relativa do ar é de 76% e o tempo de sol chega a 2 700 horas por ano. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.