sexta-feira, 6 de julho de 2012
NATAL (CIDADE DO RIO GRANDE DO NORTE)
POBREZA E DESIGUALDADE /
O crescimento exagerado da população na década de 1950, aliado à falta de planejamento, resultou numa diferenciação espacial intraurbana, com várias áreas demarcadas por focos de pobreza. Em comparação a anos anteriores, Natal teve uma redução na taxa de pobreza. Em 2010, a porcentagem da população que vivia abaixo da linha de indigência era de apenas 9,5%, enquanto que 20,8% encontravam-se entre as linhas de pobreza e indigência e os demais (69,7%) viviam acima da linha de pobreza. Em duas décadas, encolheu 23% a taxa de pessoas que recebiam até metade de um salário mínimo, entretanto Natal ainda apresenta grandes marcas de desigualdades sociais: os ricos eram responsáveis pelo acúmulo de 68,6% da renda produzida no município; enquanto isso, os pobres só tinham 1,6%, segundo o IBGE.
O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, é de 0,53, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor.[59] A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 40,86%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 27,71%, o superior é 54,02% e a subjetiva é 39,94%. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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